NOS ÚLTIMOS TEMPOS | BABY F.

11:52 Susana Rodrigues 0 Comments


O tempo passa a correr e se por vezes, naqueles dias em que estou mais em baixo, quero que passe ainda mais depressa, na maioria das vezes quero que passe muito devagar. 
Quero fazer muita coisa, viver muito, ver as minhas filhas a crescer, pois a sensação que tenho é que não tarda, a M. vai estar na faculdade e a F. vai estar a aparvalhar na adolescência, e de seguida quando der por mim, vou estar com 80 anos e puff passou tudo a correr...

A F. está a crescer a olhos vistos, está enorme mesmo... já se habituou à escolinha, gosta de brincar com os outros bebés e já não chora quando a deixo lá ficar (e eu também não), como aconteceu aqui.
Em contrapartida passa a vida "virulenta", como eu lhe costumo chamar! Tem apanhado tudo o que é virose (diarreias, febre, vómitos e tosse). Tudo normal, faz parte do crescimento, mas o descanso ao qual estava habituada durante a noite, já lá vai.

Não é das crianças piores, com a M. custou-me muito mais (foram meses privada de sono). Com a F. vou dormindo, mas não tanto como gostava; mas lá está, é a vida e digo isto não em modo de queixa, mas de desabafo, pois faz parte do ser bebé e do ser mãe.

Nos últimos dias, a coisa tem sido mais complicada, porque tem mais dois dentinhos a furar a gengiva (o primeiro apareceu aos 7 meses e o segundo, aos 8) e então está desesperada! Ela e eu...
Ela não dorme, eu não durmo, ela chora, eu vou chorando, porque a certa altura, quando se está 4 a 5 dias (diria mais) sem dormir em condições, o cansaço e a frustração tomam conta de nós.

Quanto a gatinhar, ainda não... mas "anda" para trás (empurra o corpo), rebola imenso e se a agarrar, aguenta-se bem em pé. Já percebe algumas coisas que dizemos, já olha quando a chamamos pelo nome, dá turrinhas, bate palmas e dá high fives (chamamos-lhe "choca").

Por isso, apesar de eu andar cheia de sono (com umas olheiras enormes) e de me sentir bastante cansada, a contrapartida vale muito a pena... e é tão bom!

"Sometimes when you pick up your child you can feel the map of your own bones beneath your hands, or smell the scent of your skin in the nape of his neck. This is the most extraordinary thing about motherhood; finding a piece of yourself separate and apart that all the same you could not live without" - Jodi Picoult (Writer).

Deixo-vos com algumas fotos dos últimos tempos.





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